segunda-feira, 18 de abril de 2011

Domingo à noite...

É... é isso que dar não fazer nada em um final de semana completo. À noite, você precisa exorcizar certos demônios...
Quando se acha que está tudo difícil, e nada sem sentido, aparece uma boa ideia para escrever um bom texto. Espero que gostem.

Ps: personagens fictícios, ok?

Cara, porque você tem tanta dificuldade?

Olha, sinceramente, não saberia te responder. Não sei por que vou de um extremo ao outra em questão de segundos, ou porque o que eu quero nunca se materializa pelo simples fato de não conseguir focar no que realmente devo fazer. Talvez o que devesse fazer era simplesmente ignorar essas dúvidas, trancá-las em algum lugar no qual estariam “seguras”, ou melhor, que me deixariam seguro e entorpecido delas por agora.

Contudo, apesar de você ter o direito de me perguntar por que raios eu tenho tanta dificuldade em realizar as coisas, eu diria agora que apesar deste direito, você não me ajuda. Você só exige, aliás. Você quer que as coisas sejam assim, do seu jeito, você não espera, só isso. Não se preocupa comigo, da forma que eu procuro fazer o máximo e acreditar que há algo que possa manter essa união estável e duradoura: valorizando este sentimento.

De fato, deve ser este sentimento meu problema, ou melhor, a minha dificuldade. Estaria mesmo valorizando continuando assim e tentando fazer dele algo real? Sim, algo real, porque até agora ele não passou de uma fantasia em minha cabeça, se é que ela ainda existe. Sendo assim, vale dizer que você não foi a primeira. Não, aliás, você está depois da primeira dezena. Sim, muita coisa. Tanta coisa que, se um dia você chegar a ler isto, iria me dizer, prontamente, qual é o motivo de tanta dificuldade. Tenho medo dessa resposta...

Mesmo me dizendo para parar com essa conversa estúpida, não o farei. Não agora. Já tentei diversas formas de desanuviar a cabeça destes sentimentos. Entorpecentes, estresse reprimido e noites insones, nas quais o que me acompanhava eram apenas minhas lágrimas e o desespero. A vontade de mudar é o que de fato me consumiu todo este tempo.

Digo vontade por que não era necessidade. Muito menos tentativa. Se você muda mesmo, é sinal de que precisa. Você mesmo me disse uma vez que mesmo sabendo que é preciso mudar, só muda quando é necessário fazê-lo. Então, minha cara, é necessário?

Claro que é. Claro que é. Digo que o é pelo simples fato de eu querer assim. Sério, não da mais. Aproveito essa rápida mudança de humor e dizer que sim, estou disposto a mudar. Mas agora, mudar para quê?

Já há um tempo: me toquei que felicidade não é estar em um momento feliz. Momentos felizes não duram para sempre. Felicidade é saber lidar com tudo que ocorre na vida: momentos bons, ruins, dificuldades, alegrias... Para ser feliz é preciso ter algo que não vejo em nós agora: maturidade. Sim, somos dois moleques de 5 anos, chorando porque algo que vem sem ser convidado finalmente chegou: o momento de decisão. O que é que vamos fazer de nossas vidas?

Simples: Um dia conversamos sobre isso.

Vou parar por aqui. Sim, é melhor. Você jamais será capaz de me compreender, porque afinal, eu também não fui bem sucedido nessa tarefa. O que eu sei?


O retorno ao blog

Na última vez que postei aqui, em dezembro de 2009, prometi que na outra semana, no máximo, atualizaria este blog. Preguiça, inércia e a falta de vontade, aliadas a uma completa falta de criatividade me colocam aqui. Não mudou muita coisa desde a última vez, exceto a vontade de fazer algo mais inteligente agora, se é que pode ser possível tal coisa. Mas, vamos lá, tentar não custa nada.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Imaginário do Heavy Metal na arte gráfica

É interessante quando se fala de Heavy Metal nos dias de hoje. Brotam milhões de nomes de bandas em nossas mentes, das mais variadas nacionalidades e estilos: Metallica, Judas Priest, Megadeth, Helloween, Black Sabbath, etc. Nenhuma destas bate o famigerado Iron Maiden, que desde a década de 80 se coloca entre uma das principais, se não a principal, do gênero. Diversas bandas que surgiram posteriormente a colocam como uma importante referência, não somente na música, mas também no visual e no imaginário, que ajudaram por definir e consolidar a imagem pública do Heavy Metal. Sobre o último, é sabido da grande maioria que o Heavy Metal possui uma imagem satanista, ligada a relações com Satanás e demais atos de ocultismo, gerando preconceito entre diversos setores da mídia, além do receio e fantasias por parte considerável do público consumidor de música.

É curioso pensar que os principais artistas do gênero passaram a usar essa imagem negativa como um dos principais meios de se garantir popularidade e autenticidade no meio musical que chega a se pensar como e quando começou essa relação. Para ser mais correto, é necessário ver que desde os primórdios do Rock N' Roll, a imagem de rebeldia vem acoplada aos principais artistas, cujas atitudes consideradas absurdas (cada época com uma hipocrisia a parte) muitas vezes superam à sua música propriamente dita. A cada geração/década que passa, mais rebeldia e insatisfação surge com os novos artistas, dando a alcunha permanente no rock de um gênero não apenas musical, mas também um estilo de vida/manisfestação.

Com o Heavy Metal, não seria diferente. Um dos principais ícones dessa imagem "pejorativa" é Ozzy Osbourne, ex-líder do Black Sabbath. Já na sua antiga banda, considerada umas das pioneiras do metal, existia o uso do visual sombrio e de letras que analisam temas como bruxaria, guerras, vida após a morte, etc. Essa foi, sem dúvida, a principal fonte de inspiração para as bandas do anos 80. Essas possuíam maior virtuosismo em seu som, o uso de guitarras em dueto (dobradas, num termo mais Metal), além de um visual mais formal e direto, em detrimento aos outros estilos. A cada albúm lançado, é possível verificar o maior nível técnico dos integrantes e uma melhor elaboração nas composições (nas letras igualmente). Mas é na arte gráfica dos albúns onde se encontram um dos principais diferenciais. Imagens distorcidas, figuras assombrosas, além de títulos "objetivos", fazem o merchandising do estilo se tornar bem divergente e autêntico em relação aos demais. Dentre várias capas clássicas estão a dos albúns The Number of the Beast, do Iron Maiden, Diary of a Madman, de Ozzy Osbourne, e Hell Awaits, do Slayer. Em cada uma delas são claros os símbolos que povoam o Heavy: Satanismo, bruxaria e decadência da alma humana (considerando as capas respectivamente). Com uma imagem dessas, pouco seria esperar retaliações de grupos que se sentiram ofendidos com esse conteúdo, que o digam os religiosos. Trabalhos do Maiden e Ozzy já foram vitimas de campanhas para a "purificação" dos jovens contra esses produtos "maléficos". Vale a pena lembrar que o país em questão é os Estados Unidos, e quem organizava tais campanhas eram, em grande maioria, líderes protestantes.

Hoje em dia, esse tipo de imagem ainda é muito veiculado, porém se há mais aceitação, digo, espaço para veiculação. Por parte da televisão e da imprensa escrita não tanto, mas principalmente da Internet. Com esse novo recurso, ficou muito mais fácil a interação de banda com fãs, além de se mostrar um outro lado dos grupos, com enfase também no trabalho musical, muitas vezes deixado de lado pela grande mídia. É fácil falar disso quando se é brasileiro e acompanha, de vez em quando, as pífias matérias que rolam a respeito do gênero. Hoje, grandes bandas como o Maiden, e até o AC/DC, possuem grandes coberturas, sem deixar de lado as falhas. As demais bandas, infelizmente, somente se servem de internet para sua promoção. Até o Maiden, por exemplo. Se olharem no youtube entrevistas da primeira visita da banda ao país, em 1985, verão que a sua imagem é em muito denegrida pela imprensa, mas, com o tempo, foi impossível negar a sua influência e força comercial (em termos de um gênero não louvado), o que se torna a necessária exposição.

A Rede Globo é mestre nisso.

THe Number of the Beast



















Diary of Madman



















Hell Awaits

domingo, 6 de dezembro de 2009

Martin Scorsese's Last Temptation of Christ

"Este filme não é baseado nos Evangelhos mas sim a partir dessa exploração ficcional do eterno conflito espiritual."

Usando essa frase como introdução, além da ótima atmosfera criada com a música feita por Peter Gabriel, o mínimo a se dizer é que este é um filme exótico. Lançado em 1988, A Última Tentação de Cristo, dirigido pelo renomado cineasta americano Martin Scorsese faz uma adaptação do clássico O Cristo Recrucificado, do escritor grego Nikos Kazantzákis.
A obra em nada se parece com qualquer adaptação para o cinema da vida de Jesus Cristo, buscando dar uma visão mais humanista à aquele que é considerado o filho de Deus, que foi enviado para salvar a humanidade dos maus caminhos e pecados. Aqui, ele é um ser humano que busca respostas para suas angústias interiores, que lhe atormentam e dividem o seu ser, impossibilitando-o de levar uma vida comum. Jesus termina por seguir suas intuições, transformando-se assim naquele que traria as boas novas e a sonhada "liberdade" para o povo de Israel, então subjugado pelo Império Romano. Pelo aspecto mais humano que lhe é colocado na narrativa, suas dúvidas são fortes e aterrorizantes, alimentadas pelas constantes tentações promovidas pelo Diabo, crente em tirá-lo de seu caminho. As tentações estão presentes em todo o filme, com um final surpreendente e emblemático, problemático também (ou até mais).

Pessoalmente, acho que o filme representa não apenas as curiosidades e dúvidas tanto do autor do livro como do diretor do filme, mas também de qualquer ser humano que coloca o cristinanismo como sua religião, ou qualquer outro que considera a sua influência na humanidade, desde sua propagação. O mistério que envolve toda a sua história, a forma como suas "ideologias" foram pregadas ao longo dos séculos, inicialmente pela Igreja Católica Romana, depois pelas diversas igrejas que surgiram com a Reforma Protestante, que sempre elegeram o lado espiritual como o único a ser seguido, em detrimento das experiências empíricas e sensíveis que surgem ao nosso redor, como forma de se compreender o mundo e o próximo. Historicamente, acredito que possa se fazer uma leitura desta obra, bem como o pensamento ideológico que corre por trás dela, ao relacionar as constantes inovações tecnológicas que surgem, quebrando barreiras e mitos a muito difundidos, mostrando a força da natureza e a relevância da interferência do homem nela. Principalmente se constatarmos que a pesquisa do autor sobre o tema surge no início do século XX (o livro só seria lançado em 1964), época em que a industrialização atinge níveis extremos (para os padrões da época), o que gera uma maior inovação científica, além de diversas descobertas científicas e inovações no estudo do ser humano, colocando em cheque diversas formas de pensamento propagados pela religião. O filme ( e o livro) é uma análise, uma narrativa acerca deste debate entre o humano, o sensível, e o espiritual, o imaterial, e como essas relações afetam a vida dos seres humanos, inculcados ou não, com esta ideologia.

O Filme recebeu duríssimas críticas não só da comunidade Católica, mas de toda a comunidade Cristã, por dar crédito a uma versão que não se encontra nos evangelhos, e humaniza diversos personagens bíblicos, além de Jesus. Faz sentido se assustar ao ver Jesus como um carpinteiro que era o único de sua região que aceitava em fazer cruzes para os romanos. Um filme muito bom, que recomendo a todos a assisitirem. Elogios pessoais principalmente para os atores principais Willem Dafoe (como Jesus), e Harvey Keitel (como Judas). Bom filme!!!

Ps: Deixo uma cena, a qual Jesus salva Maria Madalena (Barbara Hershey), de ser apedrejada. Infelizmente sem legendas.


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Um Breve Período de Férias

Saudações pessoal... (Exatos 5 meses da última postagem)

Após um breve período de férias, retorno aqui as "atividades" do Nickelodeon. Posts super maneiros, redações da hora, vídeos muito loucos, e até umas "dicas" iradas de filmes (kkk). Hoje, porém, é só o início. Nada dessas firulagens. Feriado da Independência, nada melhor do que morgar em casa e relaxar. Mesmo estando ocupado durante os próximos dias, tentarei postar algumas coisas aqui, e reativer de vez o blog. Até tava com saudade, devo dizer.
UFU, 4º período. Ainda me sentindo nas férias, coisa já um pouco ultrapassada.

Até mais pessoal,

fui...

Foto: Dostoiévski (Ou será Rasputin?)




















terça-feira, 7 de abril de 2009

Appetite For Destruction - Guns n' Roses

Estou aqui para falar de música, mais uma vez...já apresentei dois albúns de duas bandas que gosto muito, e hoje dedico este post a banda que me introduziu ao rock n' roll: Guns n' Roses. A banda, que alcançou um sucesso considerável a partir de 1988, até hoje encanta diversas pessoas ao redor do planeta. Sua imagem é incofundível e seu som, por mais que alguns critique tal observação, é referencial obrigatório para os amantes e ouvintes de um bom rock. O albúm Appetite For Destruction, que levou a banda ao topo em diversos lugares do mundo, é até hoje considerado um disco de puro rock agressivo e revoluicionário, além de um dos mais vendidos mundialmente, com mais de 40 milhões de cópias vendidas. Clássicos como Welcome To The Jungle, Paradise City e a imperdível Sweet Child O' Mine fazem parte das faixas deste disco tão poderoso. A então formação do Guns n' Roses (considerada por muitos, inclusive por alguns ex-membros, a melhor formação), era: William Axl Rose, vocais, Slash e Izzy Strandlin', guitarras, Duff "Rose" McKagan, baixo, e Steven "Popcorn" Adler, bateria.














(Formação Clássica do Guns n' Roses. Da Esquerda para a Direita: Duff McKagan,
Slash, Axl Rose, Izzy Strandlin' e Steven Adler.)
Com um som bem cru, Appetite For Destruction misturara tudo o que os integrantes do Guns n' Roses ouviam: Rock n' Roll, Punk Rock e o Hard Rock setentista. Timbres inovadores de guitarra, comandados por Slash, guitarrista que seria reconhecido como um dos reiventores da arte de se tocar o instrumento, e os timbres vocais de Axl Rose, que, podendo variar do grave até a timbres mais altos, com precisão, facilidade e, o melhor e mais reconhecido, originalidade. Segue-se abaixo a capa original do albúm (A famosa imagem da mulher violentada por um robô), que fora considerada ofensiva em vários países, aumentando ainda mais a imagem de bad band do Guns n' Roses . A segunda imagem é a segunda capa, produzida para os Estados Unidos e outros países que rejeitaram a primeira . Particularmente eu prefiro essa segunda.

Segue-se então, as imagens. A primeira, a capa original, e a segunda, a definitiva. Após essas, segue-se o clipe de Sweet Child O' Mine, um dos reponsáveis pela elevação da imagem da banda. Muito obrigado a todos e comentem.





































Sweet Child O' Mine

sábado, 28 de março de 2009

Pink Floyd - The Wall

E a série de homenagem a bandas continua. É inegável a importância do Pink Floyd não só para a história do Rock, mas também para toda a história da música comtemporânea. Embora sua obra mais importante e cultuada seja The Dark Side of the Moon (Sobre a qual falaremos em outro momento, em uma outra outra postagem), homenageio hoje o albúm conceitual The Wall, lançado em 1979. Após sucessos estrondosos como Wish You Were Here (1975) e Animals (1977), The Wall consolida de vez o sucesso e a qualidade dos trabalhos do Pink Floyd. O conceito do albúm, criado pelo principal letrista da banda, Roger Waters, remete a um conjunto aparentemente desconexo de ações pessoais e crítica a grandes acontecimentos históricos do autor, que cria a história de um famoso músico de rock que, por ser totalmente introspectivo, não consegue lidar com as diversas dificuldades que lhe aparece ao longo da vida, como a morte de seu pai na Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), a extrema proteção por parte de sua mãe, a traição de sua esposa, e o peso do sucesso, que lhe faz optar por se isolar completamente (embora ao menos em pensamento, como é sugerido no filme e no albúm) da sociedade. Como dito anteriormente, a obra é profundamente inspirada na vida de Roger Waters e seu olhar sobre a mesma, o que pode fazer se confundir, ao menos a primeiro instane, se a história contada não é mesmo a do músico. Ele realmente perdera seu pai na guerra e, de acordo com entrevistas, estava se sentido totalmente sufocado pelo esmagador sucesso que obtivera após a grande repercussão de The Dark Side of the Moon, que promovera a imagem e a música do Pink Floyd a patamares jamais pensados até mesmo pelos próprios membros da banda. Esses fatos estão presentes mesmo em músicas até de albúns anteriores a The Wall, em particular na canção Wish you were here, do albúm homônimo de 1975, em que Roger afirma que o sucesso é como um papel principal em uma gaiola (“…for a lead role in a cage?”). A idéia de se isolar a partir de um muro começou a tomar forma após o incidente do show de Montreal, em maio de 1977, quando Roger Waters cuspiu em um fã que estava fazendo bagunça e queria subir no palco da banda. O descontentamento de Waters com esse episódio fora tão grande que, a partir daí, começara a desenvolver um conceito que posteriomente viria se tornar o albúm de 1979. O sucesso do albúm não se deve, obviamente, apenas ao conceito do mesmo, mas também pelas contribuições de outros membros da banda nos aspectos musicais, em especial David Gilmour, guitarra, e Richard Wright, teclados. A atuação de Gilmour nesse albúm fora tão importante, desde a execução de solos memoráveis até as linhas vocais marcantes, que em alguns momentos chega a ofuscar as contribuições de Waters nas composições. Wright, que fora despedido da banda durante as gravações, com alegações de que não estava se dedicando a banda e também por abuso de drogas, contribui com linhas de teclado as vezes poderosas e sublimes, marcando de vez a sonoridade característica da banda. Sua ausência seria sentida em The Final Cut (1983), e seu retorno a banda, em 1987, comemorado. Após The Wall, as relações entre os integrantes, em especial David Gilmour e Roger Waters tornou-se muito explosiva, o que fez com que Waters se desligasse da banda em 1985. Uma reunião entre os quatro integrantes foi realizada em 2005, no festival Live 8, em Londres, e outra não foi possível, pois Richard Wright morrera em 15 de setembro do ano passado. No entanto, The Wall é um dos grandes marcos da música, e ingnorá-lo é impossível. Seleciono um vídeo dumas das apresentações que se tornaram o albúm ao vivo Is There Anybody Out There? The Wall Live: 1980-1981, lancado em 2000. A música, In The Flesh?, tema de abertura do show e do albúm. Note que não é a banda Pink Floyd, e sim a banda de apoio do show, com máscaras dos músicos da “banda principal”. Obrigado a todos e comentem!!

In The Flesh? Londres, 9 de agosto de 1980.